Nelsinho, comportamento insano, chamuscado pela 'lama asfáltica'

Nelson Trad Filho não tem a mínima condição de com a cabeça erguida falar sobre caráter e honestidade.
Esse moço já fez muito mal a Campo Grande, a cidade onde ele nasceu, que em eleições passadas lhe confiou várias vitórias eleitorais, a bela capital de Mato Grosso do Sul, que hoje está com sua estrutura totalmente comprometida, remendada e maquiada, em razão do engodo que foram os 20 anos de gestão do PMDB, agravada pelo golpe político praticado contra o eleitorado, colocando a frente da administração durante um ano e cinco meses, um sujeito medíocre e irresponsável.
Todos os dias um novo “mal feito” de Nelsinho vem à tona. São inúmeros e vergonhosos escândalos. O rombo deixado é gigantesco.
O plano em 2012, que felizmente não deu certo, era eleger Giroto, hoje um reles ex-presidiário. Tudo seria acobertado, a bandalheira permaneceria e o povo campo-grandense ia demorar mais tempo para se dar conta dos constantes golpes que vem sofrendo há duas décadas, desde que André Puccinelli, o antecessor de Nelsinho, foi eleito e esta quadrilha começou a dar as cartas na administração municipal de Campo Grande.
Com a eleição de Bernal, a organização criminosa sofreu um grande baque financeiro. Assim, precisavam a qualquer custo, retomar os cofres rechonchudos da Prefeitura de Campo Grande.
Vale lembrar que Nelsinho, no apagar das luzes de suas infames gestões, no final de 2012, apenas com o fito de prejudicar o novo prefeito, deixou de tomar as medidas profiláticas, e fez a cidade sofrer uma das maiores epidemias de dengue da história. Tivemos algumas mortes e, não fosse a rápida e eficiente atuação da nova gestão, a situação poderia ter sido muito pior.
Depois, descobriu-se que os mesmos remédios comprados no início do ano de 2013 pelo prefeito Alcides Bernal, haviam sido adquiridos há dois anos, pelo ex-prefeito, ao preço de 1.700% (um mil e setecentos por cento) mais caros.
Constatou-se também outros inúmeros esquemas de corrupção, que, pode-se dizer, envolviam toda a estrutura da prefeitura municipal de Campo Grande, uma coisa generalizada, uma verdadeira barbárie.
A prefeitura funcionava como uma verdadeira “casa da mãe Joana”. Um lugar onde valia de tudo, sem ordem, sem pudor, onde proliferava a corrupção desenfreada. Por isto que a gestão de Bernal, buscando estabelecer a seriedade no trato da coisa pública, desagradou a tanta gente.
Nelsinho Trad, juntamente com André Puccinelli e com apoio de empresários inescrupulosos, imprensa marrom e vereadores mensaleiros, tramou o golpe para cassar o mandato de Alcides Bernal.
Assim, com o apoio de grande parte dos vereadores, que nas últimas gestões acostumaram-se com as benesses espúrias patrocinadas pelos médicos prefeitos, o golpe foi arquitetado e executado. Tivemos um período sofrível e de absoluto caos. Com uma 'marionete' no comando do executivo, todos queriam tirar o seu 'naco' do bolo.
Ao prefeito Bernal, agora reconduzido pela Justiça e sustentado pela força popular, resta ter muita coragem e tenacidade para os próximos desafios, pois a máfia ainda não foi totalmente desmantelada e os chefões ainda estão soltos.
José Tolentino
Editor do Jornal da Cidade Online 


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José Tolentino

Jornalista. Editor do Jornal da Cidade Online.