As perspectivas da política e dos políticos de MS numa visão realista e imparcial

Nunca a política de Mato Grosso do Sul teve tantas movimentaçõs e mudanças, como nos últimos anos, principalmente após o pleito municipal de 2012.

Foram inúmeros os acontecimentos que deram uma demonstração bem clara do quanto os nossos políticos são despreparados para o exercício da democracia e envolvidos em práticas ilícitas, imorais e amorais.

Tivemos um grupo, ao melhor, no dizer do Gaeco, uma organização criminosa, que comandou a prefeitura de Campo Grande por dezesseis longos anos e, uma vez finalmente derrotados, corroborando a qualificação empregada pelo Gaeco, acima mencionada, mesmo antes da posse do novo prefeito, iniciou uma série de orquestradas manobras visando praticar um terrível golpe, que, de fato, teve um desfecho em 12 de março de 2014, com a espúria e criminosa cassação do prefeito Alcides Bernal.

O inusitado golpe teve duração de um ano e cinco meses, até o prefeito eleito pelo voto popular, diante da comprovação das falcatruas, recuperar na Justiça o seu mandato.

Nesse período a cidade foi completamente destruída e seus cofres totalmente dilapidados.

O pastor insano, irresponsável e mau caráter – marionete de André e Nelsinho – transformou a prefeitura numa verdadeira casa de orgias.

Quando Bernal reassumiu, em 25 de agosto de 2015, os cofres públicos estavam vazios, servidores sem receber, professores em greve, médicos em greve, a cidade totalmente endividada e abandonada. Um verdadeiro horror.

Hoje, após pouco mais de cinco meses da retomada do cargo por aquele que venceu a eleição em 2012, a cidade já começa a dar sinais de franca recuperação.

A paz reina entre os servidores - agora recebendo em dia - os postos de saúde estão sendo elogiados pela população, os professores trabalhando e vislumbrando boas perspectivas, a cidade sendo recuperada e a organização criminosa desmantelada ou, pelo menos, extremamente acuada.

Diante do quadro, o que se vislumbra para a os políticos de Mato Grosso do Sul é o seguinte, vamos aos nomes:

Alcides Bernal: Se conseguir concluir a recuperação da cidade e confirmar o saneamento dos cofres públicos, por certo será reeleito com extrema facilidade, contra qualquer adversário.

André Puccinelli: Tem conseguido driblar o MP e a Justiça. Caso consiga sair ileso, como ainda detém inúmeros seguidores e constitui-se numa força política que não pode ser desprezada, poderá almejar retorno através do voto popular. Age sem qualquer senso ético e com extrema sordidez. Dificilmente conseguirá êxito numa disputa majoritária.

Nelsinho Trad: Está morto politicamente. Sobreviveu enquanto foi obediente ao seu criador, seguindo suas ordens e pagando o dízimo regiamente. Ao tentar caminhar sozinho, deixou que sua apatia e incompetência prevalecessem.

Giroto: Foi preso, conheceu de perto a carceragem da PF e poderá revê-la brevemente.

Reinaldo Azambuja: Ainda não disse a que veio. Tem que desnudar a gestão do antecessor. Ai sim, fatalmente vai crescer.

Zeca do PT: Poderá se reeleger deputado. É só o que lhe resta.

Vander Loubet: Foi pego. Dificilmente conseguirá se livrar das garras da Operação Lava Jato.

Marum: Um bobalhão abestalhado. Quer repercussão nacional como fiel representante da tropa de choque de Cunha. Tem conseguido, mas negativamente.

Moka: Pode preparar o pijama.

Simone Tebet: Inteligente, tem que se desvencilhar da horrenda sombra de Puccinelli.

Marquinhos Trad: O único Trad que ainda tem um pouco de densidade eleitoral. Porém, ao contrário da ex-cunhada, Antonieta, não pode se desvencilhar do sobrenome, mas bem que vem tentando. Em suas propagandas recentes só dá destaque ao nome ‘Marquinhos’.

Delcídio: Preso, já até levou a mudança embora...

Olarte: Um ‘Zé Ninguém’, que se tivesse sido fiel ao seu ‘criador’ poderia dar alguns passos na política. Ganancioso e pouco inteligente, preferiu se unir àqueles que o eleitorado reprovou. Fatalmente amargará alguns anos no xilindró. Sua mulher Andreia, se largá-lo, poderá ter chances numa eventual candidatura proporcional.

Rose Modesto: Se não se complicar com a Justiça, poderá crescer.

Esses são alguns nomes que por ora ocupam mandatos ou que estiveram em destaque nos últimos anos. O fato é que o ambiente está propício para o surgimento de novas lideranças.

Nossa classe política precisa urgentemente de uma grande renovação, só assim conseguiremos nos livrar de João Amorim, Baird, Antonio João e outras figuras nefastas.

Voltaremos ao assunto.

José Tolentino

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Editor do Jornal da Cidade Online


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José Tolentino

Jornalista, diretor da empresa JT Comunicação e Editor do Jornal da Cidade Online.