Impeachment da presidente Dilma Rousseff é praticamente inevitável

A desmoralização é generalizada...

Dois ministros nomeados impedidos pela Justiça de exercerem suas respectivas funções.

O ex-presidente - um dos nomeados sem pasta - leiloando cargos na suíte de um hotel.

E, por fim, a presidente, acuada, perdida e demonstrando total descontrole, fazendo discursos raivosos e inapropriados para um país que precisa de paz e união para sair da crise.

A situação é horrenda...

De outro lado, o vice-presidente em plena ‘campanha’. O palácio Jaburu vive clima de festa, um entra e sai constante de políticos, uma movimentação intensa.

O PP, um dos maiores beneficiários do governo do PT, que comanda atualmente o polpudo Ministério da Integração Nacional, fechou questão nesta terça-feira (12), favorável ao impeachment. Uma bancada de 47 deputados.

O PRB, que comandava o Ministério do Esporte, também nesta terça-feira, a bancada de forma unânime resolveu apoiar o impeachment da presidente Dilma Rousseff. São mais 22 deputados.

A debandada é geral. O cenário é de fim de festa.

No domingo, o presidente da Câmara começa a votação pelos deputados do Sul, onde a adesão ao impeachment é ampla. O Nordeste, onde teoricamente a presidente poderia ter uma melhor desenvoltura, fica por último.

Ou seja, além de todos os esquemas, da efetiva campanha do vice-presidente, da debandada dos ‘ratos’, teremos o massacre psicológico.

José Tolentino

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José Tolentino

Jornalista, diretor da empresa JT Comunicação e Editor do Jornal da Cidade Online.