O despreparo e a insanidade do policial rodoviário federal que matou empresário (ouça o áudio)

26/01/2017 às 11:21

Cogitar legítima defesa no caso Adriano Correia é um desrespeito à sociedade.

O rapaz foi covardemente assassinado por um policial descontrolado, arbitrário e incompetente.

Motivo fútil, por uma suposta ‘barbeiragem’ no trânsito, como o próprio alucinado ‘coreano’ qualificou. Não houve sequer uma pequena colisão entre os veículos.

Logo no início da gravação, vê-se a clara tentativa de intimidação ‘aqui é polícia cara’.

Na sequência, a ‘autoridade’ pede auxílio de ‘umas viaturas’.

É mais uma demonstração clara de que tentava intimidar, numa briga desnecessária que o próprio PRF provocou.

Que fique bem claro, por causa de uma suposta ‘barbeiragem’.

Em nenhum momento ele manifestou a preocupação de que seus algozes fossem membros de facção ou coisa do gênero, como tenta agora em sua defesa.

‘O cara fez uma barbeiragem aqui, quase teve um acidente e tá batendo boca comigo’, diz o autor do crime, o PRF em estágio probatório (veja aqui).

Instado pela vítima a se identificar como policial, Ricardo Moon se recusa. Clara demonstração de quem não quer solução, mas sim confusão.

Arbitrário, ele determina: ‘Vai ficar ai, não vai sair não’. Quanto poder!

Por derradeiro, quando os jovens resolveram ir embora, foram perseguidos.

O PRF ao longo de quatro quarteirões seguiu disparando sua arma, com a clara intenção de matar. Lamentavelmente, obteve êxito em seu intento.

Lívia Martins

liviamartins.jornaldacidade@gmail.com


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