Percebendo que atentado contra Teori caiu no esquecimento, Fachin reforça proteção

As figuras asquerosas responsáveis pelo atentado que matou o ministro Teori Zavascki apostaram que a sociedade não iria se mobilizar exigindo que o crime fosse desvendado e não acreditaram que poderia haver um trabalho investigativo sério, com inteligência e estratégia, com o objetivo de se revelar os autores do atentado.

Pois é, estavam repletos de razão.

Ninguém fala mais no crime, que caiu no mais completo esquecimento, não obstante a importância da vítima, um ministro do Supremo Tribunal Federal.

Diante disso, o ministro Edson Fachin, que substituiu Teori Zavascki como relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, receoso e acabrunhado, tomou severas e rígidas providências em prol de sua integridade.

Ampliou enormemente o seu esquema de proteção pessoal, só embarca em aeronaves direto na pista de decolagem, sem circular pelos saguões, e tanto o seu apartamento em Brasília como a sua casa em Curitiba, tiveram os serviços de proteção revisados e ampliados.

Indicado por Dilma para o STF, a quem apoiou e fez discurso na campanha, o ministro certamente está estarrecido com o que diuturnamente vê nos autos sobre os governos do PT.

Sabe que, pelo poder, a organização criminosa é capaz de qualquer coisa e todo cuidado é pouco.

da Redação