Médico Roberto Kalil agiu como militante do PT e contra jovem colega de profissão

Um fato parece bem claro, a médica Gabriela Munhóz, crucificada pela mídia sensacionalista, não vazou os exames, nem qualquer informação sigilosa, a respeito da ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva. Matéria e vídeo publicado no Jornal da Cidade demonstram a verdade (Veja Aqui).

A Justiça do Trabalho que será instada a ser manifestar sobre o caso, deverá determinar que Gabriela seja reincorporada à equipe do Hospital Sírio Libanês.

Familiares da médica contrataram advogados para provar a inocência dela e, assim, anular a demissão que consideram ‘sumária e inadequada’.

O hospital é o vilão da história. O médico Roberto Kalil é o protagonista.

Por uma inexplicável conveniência – ou por uma questão política – inadmissível para um sujeito renomado como Kalil e um hospital do porte e com a história do Sírio Libanês, permitiram que Gabriela Munhóz fosse atirada aos ‘leões’. Mera e degradante conveniência e uma reputação de uma jovem profissional jogada na lata do lixo.

Roberto Kalil escreveu inclusive um artigo para o jornal Folha de S.Paulo, denominado ‘Afronta à dignidade humana’ (veja aqui), ofendendo justamente a dignidade de Gabriela Munhoz e acusando-a de ter violado o ‘sigilo médico’. Uma escandalosa e caluniosa mentira.

Amanda Acosta

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da Redação